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Jornal “O Dia” mente sobre posição de Marina a respeito de royalties do petróleo

Publicado em 05/09/2014

A Coligação Unidos pelo Brasil repudia e deplora a manipulação sensacionalista feita pelo jornal “O Dia” sobre posicionamento da candidata à Presidência da República Marina Silva a respeito da distribuição dos royalties de petróleo. Marina jamais defendeu ou defenderá projeto para rever os contratos dos processos de exploração de petróleo em vigor. Os Estados produtores, como Rio de Janeiro e Espírito Santo, dependem desses recursos para alimentar suas economias.

A posição de Marina – referendada por base programática e reiterada pela coordenação de comunicação da campanha ao jornal – é a que sempre declarou em todos os seus pronunciamentos sobre o tema: todos os contratos firmados serão mantidos. Aliás, o respeito e a fidelidade a contratos são vitais para a segurança jurídica que sustenta os investimentos tão necessários ao País e um dos requisitos defendidos no Programa de Governo da Coligação Unidos pelo Brasil.

Ao contrário do que afirmam inadverditamente alguns adversários, a candidata não irá reduzir os investimentos na exploração camada do pré-sal. Para Marina, as riquezas daí oriundas garantirão projetos estratégicos para o País, viabilizando significativos investimentos em saúde e educação que apontem para a construção do nosso futuro, com estímulo à inovação e ao desenvolvimento da tecnologia. Para quem tem dúvida, basta pesquisar as manifestações da candidata como a registrada em https://www.youtube.com/watch?v=RFfFhj-ps0A

Nos contratos que serão firmados pela exploração das reservas da camada do pré-sal, a candidata defende que a distribuição dos recursos não prejudique os Estados produtores e beneficie o conjunto do país.

Por fim, a Coligação Unidos pelo Brasil ressalta que considera a liberdade de imprensa um valor da democracia que se revela toda vez que a veiculação de informações corretas contribui para a formação de opiniões que sirvam para o aprimoramento do próprio processo democrático. Fugir a essa regra é promover a mentira ao status de verdade, ameaça inconsequente ao esforço de tantos brasileiros que no seu cotidiano lutam para viver na plenitude do Estado de Direito.

 

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