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Nota de esclarecimento da Coligação Unidos pelo Brasil

Publicado em 04/09/2014

A Coligação Unidos pelo Brasil vem a público repudiar de forma veemente as mentiras e ilações maliciosas que têm sido veiculadas pela imprensa a respeito do patrimônio e dos ganhos pessoais da candidata à Presidência da República, Marina Silva. A sociedade deve ser informada sobre a verdade dos fatos, que se seguem:

1. Quanto à empresa M.O.M da S.V de Lima, registra-se que, entre março de 2011 e junho de 2014, a citada empresa teve R$ 1,6 milhão de renda bruta pela atividade de ministrar palestras. Descontadas as despesas, incluído o pagamento de impostos, foram auferidos, a título de lucros e dividendos, R$ 1.016,247,30 – o equivalente a um resultado mensal médio de R$ 24.196,36 por 42 meses;

2. Esse total foi utilizado, no período mencionado, exclusivamente para a sobrevivência da candidata e manutenção de sua família, considerando que Marina Silva não possuía nenhuma outra fonte de renda que não a de conferencista;

3. A declaração apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é uma declaração de bens, e não de rendimentos, conforme determina a Lei 9.504/97, em seu artigo 11, § 1º, IV. Os bens da candidata foram devidamente declarados, atendendo ao dispositivo legal em vigor: trata-se dos bens adquiridos por Marina Silva ao longo de sua trajetória pessoal. Tal patrimônio é o mesmo que consta na base de dados da Receita Federal e informado ao TSE quando do pedido de registro de sua candidatura;

4. Quanto ao imóvel que Marina Silva ocupa na cidade de São Paulo, trata-se de doação temporária para a campanha. Marina Silva não mantém relacionamento pessoal com Carlos Henrique Ribeiro do Vale, o proprietário.

5. A intermediação da cessão do imóvel foi conduzida por amigo comum. De mudança para outra cidade, Carlos Henrique decidiu doar o imóvel à campanha, pelo valor estimado de R$ 9.300,00, devidamente declarado na prestação de contas da candidata.

A transparência dos atos é própria do ambiente democrático. A sociedade merece ser bem informada. Mas acusações infundadas são um desserviço. Só servem, em momento como esse de intenso debate eleitoral, àqueles que delas querem se valer para obter vantagens a qualquer preço.

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